____________________________________________________________________________________________________ Quando Você Geme Quando você grita eu surto
Surto só de olhar
Seus dentes
Sua boca
Escancarada
Quente
Quando você geme
Um anjo despenca do
Paraíso para morar com
Lúcifer Tenho pena
Quando o Demônio
Experimentar
Do seu “Áíííí”
Vai faltar espaço no
Inferno
Para
Tanta
Devassidão E pra mim... ____________________________________________________________________________________________________ A Raiva Desse Nojo Minha menininha não gosta de pirulitos
Ate põe na boca, mas não engole até o finalzinho
Como dizer isso a ela?
Pego pelos os cabelos e a engasgo?
Enfio até os bagos na boca e
Gozo sem aviso lavando
Sua garganta?
Pegar nojo é pior...
Minha menina podia ser como eu
Que meto ela na boca como
Um sorvete gelado
E me lambuzo do que sai
Minha menina se arrisca ao
Dizer que quer me dá tudo
Talvez ela nem faça juiz ao que é
Tudo
Mas eu só queria acabar mesmo era
A falta de nojo
De uma garota fácil E ela me falar:
“Nunca mamei como fiz com seu pau”
E eu dormi com o cigarro ouvindo Rolling Stones
Um sorriso em minha boca e os sonhos mais bonitos. ___________________________________________________________________________ Uma Foto Qualquer Parece que a estrela que eu te dei se tornou brega?
Fiquei tola?
Minha culpa, sempre minha culpa.
Aprendi a curti bebidas
E gosta dos RAMONES.
Você me ensinou sexo pensando aprender
O colchão velho jogado no chão do seu quarto, o melhor motel que conheci
E teu corpo a calmaria pra todo o meu fogo.
É pena uma pena pra onde a gente vai
Nos cresce e idiotiza
E hoje
O seu rosto em vez de constante, ocupa
As folhas amareladas de uma agenda velha
Preciso esconder você de quem preenche seu lugar
Mas preciso que sua imagem fique longe
Principalmente
De
Mim. ___________________________________________________________________________________________________ O Diabo de se Contenta Com Um Como concordar com isso?
Tantas mulheres, Homens bocas, corpos Indeléveis defeitinhos
A dar tesão
Peitos, cochas
Cabelos, pelos, cabaços
Minha língua, meus dedos e todos enfim Ainda são poucos
Pro tesão que
Tenho que reprimir
Bom mesmo é ser
Selvagem
E feliz andando
Pelado dentro da mata
Comendo o que se vê
Sem
Imaginar o resto
Monogamia deveria ser crime
Inafiançável
Devo ser um
Filho da puta mesmo
E uma
Existência
Quase
Cega
Perdido
No desejo
De
Não ser
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